São drogas sintéticas e provocam
distorções sérias no funcionamento cerebral; o usuário sente-se um
“super-homem”, incapaz de avaliar situações de perigo; ilusões,
alucinações e desorientação têmporo-espacial são comuns.
Destacamos algumas reações do uso agudo ou crônico do LSD:
- Alteração da percepção visual, gustativa, tátil, auditiva e olfativa;
- Sensação anormalmente estranha de perda do limite entre o espaço e o corpo;
- Sensação de que os sons podem ser vistos;
- Sensação de pânico e medo;
- Apreensão constante;
- Reações psicóticas representadas por alucinações, delÃrios, grande instabilidade afetiva, depressão psÃquica;
- Sensação simultânea de relaxamento e tensão, alegria e tristeza;
- Sensação paranóide de poder voar;
- Morte acidental;
- Aparecimento de surtos de esquizofrenia;
- Distúrbio da memória, reflexos exaltados;
- Tremores corporais;
- Náuseas, tonteira;
- Parestesia (sensação pervertida de formigamento, arranhamento ou queimação da pele);
- Distúrbios visuais;
- Perda do controle dos pensamentos;
- Aumento da glicose no sangue e da freqüência cardÃaca;
- Elevação da pressão arterial e convulsão.
- Alteração da percepção visual, gustativa, tátil, auditiva e olfativa;
- Sensação anormalmente estranha de perda do limite entre o espaço e o corpo;
- Sensação de que os sons podem ser vistos;
- Sensação de pânico e medo;
- Apreensão constante;
- Reações psicóticas representadas por alucinações, delÃrios, grande instabilidade afetiva, depressão psÃquica;
- Sensação simultânea de relaxamento e tensão, alegria e tristeza;
- Sensação paranóide de poder voar;
- Morte acidental;
- Aparecimento de surtos de esquizofrenia;
- Distúrbio da memória, reflexos exaltados;
- Tremores corporais;
- Náuseas, tonteira;
- Parestesia (sensação pervertida de formigamento, arranhamento ou queimação da pele);
- Distúrbios visuais;
- Perda do controle dos pensamentos;
- Aumento da glicose no sangue e da freqüência cardÃaca;
- Elevação da pressão arterial e convulsão.
Sua potência é impressionante (300 mil
vezes mais ativa que a maconha), porque o tecido cerebral mantém uma
baixÃssima concentração de LSD em relação a qualquer outro tecido do
corpo durante todo o tempo posterior à ingestão da droga.
A tolerância ao LSD ultrapassa a maioria dos outros alucinógenos,
incluindo os derivados de anfetamina alucinógena e a mescalina, mas não
se estende à maconha. Os usuários de LSD, portanto, repetem as doses
após longos intervalos e não o substituem nem o administram
simultaneamente com outros alucinógenos.
Ecstasy
Chamada erroneamente de droga do amor, o
ecstasy é considerada uma droga nova e é muito conhecida entre a galera
que sai à noite na balada, principalmente em raves. O ecstasy
causa uma sensação de euforia e prazer. Segundo algumas pessoas que já
experimentaram a droga, você é tomado por uma sensação de leveza,
alegria e poder.
O ecstasy foi inventado em 1914, durante
uma pesquisa de antidepressivos com efeito rápido. Começou a ser usada
há 10 anos na Inglaterra e hoje é consumido em geral por jovens de
classe média. O tráfico não vem dos morros das favelas; na maioria das
vezes, é feito dentro de algumas festas mesmo.
Está muito errado quem pensa que, só
porque o ecstasy é “droga de final de semana”, não vicia. Vicia sim! O
ecstasy é uma anfetamina, uma droga sintetizada em laboratório.
Anfetamina é estimulante do sistema nervoso central, ou seja, faz com
que você fique “ligado” por mais tempo que o normal, executando
atividades e descartando o descanso. Só que esse cansaço aparece depois
que a droga sai do organismo.
| Tipos de ‘comprimidos’ de Ecstasy |
Quando o usuário for tomar a droga de
novo, a energia vem em menor intensidade. AÃ, é claro que a pessoa vai
tomar uma dose muito maior. O organismo da pessoa vai ficando cada vez
mais tolerante à droga e aà vira uma bola de neve. Quando menos se
imagina, a pessoa já virou dependente.
A droga pode provocar euforia,
desinibição, ansiedade e intensa sensação de sociabilidade. Porém, há
casos em que os efeitos são exatamente contrários: ao invés de prazer, a
pessoa pode ser tomada por uma sensação de paranóia e pânico, além de
profunda depressão.
Depois de ingerido, o ecstasy começa a
fazer efeito depois de 20 a 60 minutos. Além de psÃquico, causa efeitos
fÃsicos: aumento da pressão arterial, aceleração dos batimentos
cardÃacos, diminuição do apetite, pupilas dilatadas e boca seca. O
metabolismo acelera e, por isso, a temperatura do corpo aumenta,
chegando até a 40º. Esse é um dos motivos que levam os consumidores a
beber litros e litros de água enquanto dançam. A vista também fica
sensÃvel à luz, por isso muitos usam óculos escuros.
Aliás, o calor provocado pela droga é o
efeito colateral mais discutido, sendo que se a temperatura do corpo
aumentar muito, pode causar convulsões e levar o usuário até a morte.
Para saciar a sede, o pessoal abusa da água. Só que aà que vem o dilema:
se beber muita água, o usuário não vai conseguir controlar a urina, mas
se não bebê-la, pode sofrer de desidratação.
Lembrando que, como a droga faz parte do
grupo das anfetaminas, os efeitos deste também servem para o ecstasy:
sérios danos no fÃgado, coração, cérebro e degeneração dos neurônios;
além da possibilidade de aparecer sintomas psÃquicos como paranóia,
agressividade, ansiedade fóbica, insônia etc. Depressão e perda de
memória são outros efeitos colaterais. Por se tratar de uma droga
quÃmica, ou seja, produzida em laboratório, os efeitos dessa e de tantas
outras drogas podem não ser tão agradáveis assim como muitas pessoas
acham!


