Rave são as famosas festas , nas quais acontecem durante horas e horas, e reúnem muitas vezes milhares de pessoas.

Enfim as festas rave são incrivelmente procuradas principalmente pelo público universitário, os quais lotam cada vez mais tais lugares, fazendo assim sempre festas mais e mais animada.

Assim podemos notar festas as quais duram praticamente dois dias, além daquelas realmente grandes as quais duram vários dias e são realizadas num espaço muito grande, sendo assim festas que precisamos estar realmente preparados e dispostos para então aproveitar ao máximo, pois as mesmas exigem e muito, sem contar da necessidade de alguns preparos e cuidados como o óculos de sol, o qual se torna incrivelmente necessário dependendo do horário que estamos.

A cultura rave começou de fato no início dos anos 90, principalmente na Inglaterra, porém o conceito “rave” teve origem pelos menos 10 anos antes, junto com as primeiras produções eletrônica provenientes de qualquer gênero que se propusesse a produzir. Sendo as festas organizadas longe do perímetro urbano ou em galpões e espaços abandonados, o som era o techno e a droga consumida, o Ecstasy.

 Veja a cultura Rave em documentarios:



Fantastico - Raves misturam brinquedos radicais, bebidas e drogas!!!




Confira a seguir uma lista de alguns estilos de música eletrônica mais populares e uma breve descrição sobre cada um deles. Perceba que as vertentes estão sempre em mutação, dessa forma, é interessante buscar outras fontes, como produtores, para perceber e entender a sutileza de cada som:
Sub-Estilos da música eletrônica comumente tocados em Raves

  • Ambient Music
Seu crescimento acontece no início dos anos 90, mas suas origens remetem a Brian Eno, nos anos 70, com sua música minimalista. Música basicamente de texturas, sem batidas, com notas longas e etéreas, melodia lenta (quando aparece algum ritmo está ‘desaceleradíssimo’), não voltada para as pistas. Usada em situações chill out, relaxamento. Uma das características desse estilo é, às vezes, a citação de sons do ambiente (vento, mar, barulhos caseiros, vozes…). Há o Illbient que é a versão dark, negra, sombria, da Ambient Music. O Illbient tem como local de referência Nova York e como principal expoente o dj Spooky.
    • Chill Out
Relaxamento e reflexão. Ambiente com música menos acelerada, um pós-agitação das pistas de dança. Pode ser na casa de amigos.
    • House
Nascida em Chicago (EUA), em 1986, esse estilo saiu da fusão, por parte do dj Frankie Knuckles, de elementos da soul music com a disco e batidas das baterias eletrônicas. Daí, surgem sub-gêneros como o Garage (com bastante vocal gospel), e o Deep House (o sub-gênero mais elegante do House, com linhas melódicas, melancólicas e minimalistas acima das batidas), o Jazzy House (batidas com um instrumento solo – quase sempre um sax virtuoso -), dentre outros (Acid House, Disco House, Tribal House, French House). 110 a 128 bpms.
    • Jungle/Drum’n bass
Saído dos guetos negros de Londres, em 1992, esse estilo associa os baixos do reggae, com as batidas do hip hop, e às vezes funk, com o jazz. O Drum’n bass, menos pesado, mistura as linhas de baixos a uma temática mais jazzy, menos quebrada, com vocais minimalistas. Em torno de 160 bpms.
    • Live P A (Live Power Amplification)
É a performance, a apresentação ao vivo, do grupo ou de músico eletrônico em clubes, festas e raves.
    • Techouse
Sobreposição da batida techno sobre a house. Vertente nascida recentemente (1997). Do house, conserva, às vezes, curtas linhas melódias e a batida com hithat e claps (pratos e aplausos); do techno conserva as batidas 4 por 4. Por volta de 130 bpms.
    • Techno
Originado em Detroit (EUA), no início dos anos 80. Derrick May, Kevin Saunderson e Juan Atkins fazem uma fusão entre o som de Kraftwerk e batidas funks de George Clinton. O resultado é uma batida seca, repetitiva, 4 por 4, sem vocais. O Kraftwerk é considerado um grupo Prototechno, por ser referência à produção da Techno Music. 130 a 140 bpms.
    • Trance
Criado na Alemanha, já é uma derivação do techno. Texturas se sobrepõem às batidas e o baixo tem timbre bastante sintetizado e menos seco. Som viajante. O hard trance acelera as batidas para 150 bpm e o psytrance (em torno de 138/145 bpms) aumenta as camadas de texturas e efeitos sonoros e mistura com trechos de sons étnicos indianos. Pode usar grooves, as levadas do house ou do techno.

Editado pela equipe: ArenaVip1